30 de outubro de 2009

Rédeas


Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!
Fernando Pessoa

Usa aspas pra disfarçar
Com um sorriso mascarado
Pra mulher alguma duvidar
Tira partido
Se enrola no umbigo
E foge sem lar

Coração da moça fica assim:
Todo desarmado
Por causa desse desalmado
Leva tempo pra sarar
Pede luto
Bem sozinho
Até enfim se recuperar

Depois do tempo de afobada
Pinta o rosto
Se alivía
Esquece a mágoa
É hora de comemorar!
Incendeia o coração
Sai pra rua e vê a lua
Agora sim,tudo vai clarear

Felicidade é pra quem vive
E isso, ela sabe
Organiza sua revolução
Desata os nós da paixão
Dança sem parar
Come o que quiser
Ajuda sem pensar
E corre quando quer!

Sabe o tanto que vale um vintém!
Pipoca de rua e cerveja gelada
Quem já experimentou?
Bom pra economizar!
Não gasta tudo o que têm.

Os amigos?
Seus segredos repartidos
Choros, risos e avisos
Sabe bem como amar
Aprende a viver sem seu par.

Já de noite deita mansa
Numa caixa de lembrança
Reza um pouco, bem baixinho
Agora é hora de sonhar.

Raquel Costa

3 comentários:

Fernando disse...

Hey...nem parece aquela morena que fez um trabalho comigo sobre os vegetais, lembra ? hihi
Bonito blog tilápiaaaaaa.
bjo
Massa

Carlos disse...

Parabéns!!!

Este poema ficou lindo!

Beijos

Carlos-boi

Passarelli disse...

Adoro!
Poderia chamar também "Boicote ao impostor"

BeijoLinda!